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Djokovic lembra Federer e Nadal e confia ir bem na Austrália: 'Tudo é possível'

Sábado, 13 de janeiro 2018 às 11:25:33 BRST

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Tênis Profissional

Um misto de esperança, mas também pés no chão. Assim Novak Djokovic chegou na coletiva de imprensa prévia a sua estreia no Aberto da Austrália que acontece na terça-feira contra o americano Donald Young.



 

O sérvio hexacampeão do torneio não entra em quadra desde Wimbledon por problemas no cotovelo e desistiu tanto de Doha quanto de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, por conta dos problemas.

Ele lembrou dos casos de Roger Federer e Rafael Nadal que tiveram problemas físicos em 2016. O suíço ficou seis meses fora e voltou com sete títulos em 2017 incluindo na Austrália, e Nadal parou algumas semanas antes do término do ano e ganhou seis torneios fechando o ano no topo.

“Roger e Rafa mostraram ano passado que idade é apenas um número, especialmente o caso de Roger. Ele é um grande exemplo de alguém que sabe cuidar de si, se preparar bem e atingir o máximo no momento correto. Ele ganhou dois Slams, quem iria prever isso após seis meses de ausência ?", disse o sérvio trazendo para o seu exemplo.
"Então tudo é possível realmente. Não sei como meu corpo irá reagir esse ano ou outro ano. Agora o que posso pensar e onde eu posso direcionar minha energia é no presente, até aqui tudo vai na direção correta".
O sérvio destacou a nova mecânica que vem utilizand para o saque esua nova equipe com a contratação de Andre Agassi que já havia trabalhado em alguns torneios em 2017 e Radek Stepanek: "Introduzi novas pessoas no time, o movimento do saque é algo que trabalhei, obviamente é a parte do jogo que precisava mudar por conta do cotovelo, trabalhei nisso nos últimos meses com Radek e o Andre. Desde quando o Radek entrou no time ele estava comigo mais ou menos quase todo o tempo, tentando dar mais qualidade no tempo de quadra que pudessemos"

"Ainda sei do que sou capaz e acredito nas minhas habilidades para vencer contra os melhores do mundo. Sei que se atingir meu nível que quero de performance - mental e física - tenho uma boa chance de ir longe no torneio. Esse ano chego de forma diferente no Australian Open do que nos outros anos, circunstâncias diferentes, mas é empolgante, é um bom lugar para estar"